Educação para a História, Cultura e Defesa Nacional, transversalidades dinâmicas

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Cada vez mais se torna importante e estruturante a dimensão cultural da identidade coletiva na História e no Património. Assim a identidade formada e fixada de um grupo advém da soma e integração das identidades individuais no que respeita à expressão coletiva, sendo que a noção de pátria se conforma nestes fatores. A defesa da identidade cultural, enquanto objetivo nacional fundamenta-se como essencial desde que se crie a perceção entre a dimensão do passado tangível e intangível e a dimensão de futuro, no sentido do coletivo. É um conceito dinâmico em vários sentidos. As sociedades, que se organizam como estruturas complexas, criando através do meio educacional e cultural diversas expressões da identidade coletiva não podem deixar de estar na base da coesão entre os indivíduos que compõem o substrato cultural, corporizado através das manifestações patrimoniais e neste caso na memória dos conflitos, tais como as Guerras Peninsulares, as Guerras Liberais, a Grande Guerra ou a II Guerra Mundial, focos de análise neste projeto, não como catalisadores de conflito mas como parte dos mecanismos de educação histórica e patrimonial. Os catalisadores identitários e a coesão cultural articulam-se, necessariamente, não em esteios de manifestações nacionalistas artificiais, mas na verdadeira conformação de um substrato alicerçado nos fatores históricos endógenos e exógenos.  A defesa e segurança nacional assentam na necessidade de salvaguarda das populações que formam a Nação e o Estado, sendo que esse fluxo se articula em menos visíveis prioridades como a defesa da identidade material e imaterial desse mesmo Estado e em que a componente da cultura, segurança e cidadania terão sempre um papel fulcral a desempenhar.

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