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As Novas Tecnologias da Informação e Comunicação ao serviço da Intercompreensão na União Europeia

Journal Article

A União Europeia tem vindo a promover a intercompreensão
entre países, povos e culturas que fazem parte da sua esfera
comunicativa. Esta promoção passa por projectos educativos
como o ERASMUS, COMENIUS e SOCRATES, permitindo a livre
mobilidade de cidadãos em prol da troca de saberes e experiência
de realidades educativas. Contudo, os elevados custos
que tais programas acarretam, levaram a União Europeia a procurar
alternativas e, como tal, nada melhor que utilizar os
recursos das novas tecnologias da informação e comunicação,
que constituem um inovador instrumento do ambiente de
ensino-aprendizagem, já que contribuem para um profundo
e vasto desenvolvimento cognitivo.
Esta “mobilidade on-line” (Cruz & Melo, 2004) beneficia de
uma grande independência temporal, uma vez que os chatantes
actuam em momentos distintos e também de uma independência
local, visto que, os intervenientes podem estar em
locais diversos. Contudo, é necessário ao cidadão comum
saber como se deve mover nos meandros da Internet, ou seja,
é necessário que domine não só a tecnologia adjacente à navegação
na Internet e salas de chat, bem como também alguns
dos códigos linguísticos que fazem partem da esfera comunicativa
da União Europeia. Refiro-me aqui a uma literacia ou
multiliteracia electrónica que engloba os códigos e usos próprios
do mundo virtual e a mobilização de uma competência
plurilingue e intercultural aquando da comunicação síncrona
mediatizada por computador.

Publication

Year of publication: 2005

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